Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘlibreofficebr·org):
Texto completo: [libreofficebrasil.blogspot.com/…]” [referência: libreofficebrasil.blogspot.com]
Enviado por Eliane Domingos de Sousa (contatoΘlibreofficebr·org):
Texto completo: [libreofficebrasil.blogspot.com/…]” [referência: libreofficebrasil.blogspot.com]
Eis que o Flash mais uma vez vai despontando como um “diferencial” de uma plataforma do Google: em uma medida que potencialmente vai provocar reações variadas por parte de quem ainda vê futuro para o Flash como integrante essencial das plataformas web suportadas no Linux (a ponto de o @FOSS News Channel jocosamente ter afirmado que só pode ter sido tramada pela Microsoft+Apple), a Adobe anunciou que depois da versão 11.2, o seu plugin Flash só será distribuído para Linux como parte do navegador Chrome, devido à adoção de uma nova API, chamada Pepper, para fazer o meio de campo entre navegadores e plugins.

Uma parceria entre Adobe e Google, na qual as duas empresas vêm trabalhando bastante próximas e que foi tornada pública neste momento, levará ao Linux ainda neste ano o suporte a esta arquitetura, necessária para as futuras versões do plugin.
A Adobe não oferecerá outras formas de obter as versões futuras do plugin no Linux, mas promete continuar fazendo por 5 anos atualizações de segurança para o Flash 11.2, que permanecerá disponível para download dos usuários de outros navegadores no Linux.
A Adobe também avisa que em outros sistemas operacionais ela continuará a disponibilizar o plugin para navegadores que não sejam o Google Chrome.
A medida, que causa um pouco mais de surpresa por ocorrer especificamente no âmbito de um desktop que em sua maior parte é open source e desenvolvido de forma mais pública, deve ser compreendida no seu contexto prático, que envolve 2 corporações naturalmente em busca de seus próprios interesses e cuja atuação, mesmo no âmbito dos sistemas baseados em Linux, também fazem uso de softwares proprietários (ou “clopen” – parcialmente abertos) em suas estratégias.
Não foi mencionado nada ainda sobre eventuais medidas de contorno por parte de desenvolvedores de outros navegadores mas, francamente, acredito que estrategicamente eles podem ter mais a ganhar se fizerem como a própria Adobe, e apostarem mais fichas em um futuro baseado no HTML5. (via blogs.adobe.com – “Adobe and Google Partnering for Flash Player on Linux « Adobe AIR and Adobe Flash Player Team Blog”)
Prezados leitores: a partir de hoje, e por tempo indeterminao, temos um novo feed RSS2 ativo para o BR-Linux, na URL http://br-linux.org/?feed=altrss3
O objetivo dele é oferecer um feed default exatamente igual ao atual, com o conteúdo completo dos novos posts do BR-Linux. E a razão é simples: nas próximas semanas (possivelmente nos finais de semana) eu devo testar alternativas de hospedagem e de exibição do feed “geral”, e sei que há gente sensível a isso por razões diversas (e válidas para estes usuários, claro).
Como algumas das alternativas que serão testadas envolvem anúncios comerciais, tenho certeza de que oferecer uma forma alternativa de acesso (sem os anúncios) vai me evitar muitos problemas – e, sinceramente, acredito que quem prefere ver o conteúdo do site sem os anúncios deve poder fazê-lo.

Mas existe pelo menos uma outra boa razão para eu oferecer antecipadamente um feed alternativo: testar outras formas de exibir o feed principal costuma gerar problemas visíveis para o usuário, incluindo posts-fantasma, repetições de notícias nos leitores de feed on-line e similares, e oferecer uma alternativa a isso me parece uma boa prática.
Pessoalmente, prefiro que você continue assinando o feed que já assina, e até que me ajude com os testes (inclusive me enviando feedback se não gostar de algo, após eu ter tempo de corrigir eventuais problemas de implantação), mas certamente não me incomodarei se você for aderir ao novo feed alternativo, por qualquer motivo.
Uma terceira alternativa, claro, é manter sua assinatura atual e lembrar que existe o novo feed alternativo, migrando para ele caso algo o incomode durante meus testes (e, neste caso, espero que você me diga a razão, porque talvez eu possa corrigir).
E, caso encontre algum problema no novo feed alternativo, me avisem também ツ
Via @melissawm chegou a notícia do Ubuntu for Android, conceito da Canonical que pretende aproveitar o desempenho dos smartphones do futuro próximo permitindo que eles rodem o Android enquanto estão no seu bolso ou na sua mão, e o desktop Ubuntu (incluindo acesso aos recursos do telefone) quando estão na sua mesa, conectados a um monitor, teclado e mouse . É levar o PC do trabalho sempre com você, em uma maneira diferente (mas próxima à de outros produtos hoje existentes) de encarar a ideia de um mundo pós-PC.

A página do Ubuntu for Android oferece a ideia a quem está planejando lançar aparelhos multi-core com Android. O OMGUbuntu tem um vídeo demonstrando. Aguardemos anúncios de quando os contatos dos fabricantes com a Canonical frutificarem! (via lwn.net – “Ubuntu for Android [LWN.net]”)
Enviado por Gustavo Freitas (tigustavoΘgmail·com):
Nessa edição o tema de capa é “Hacker: piratas de computador?” e você terá acesso a artigos que vão falar muito a esse respeito.” [referência: comotrabalhar.net]
Via noticiaslinux.com.br, que tem os links:
A Trend Micro publicou o código-fonte de sua ferramenta gratuita anti-malware, o HijackThis (HJT), no Sourceforge sob uma licença GPLv2, e diz que continuará mantendo o código original mas também incorporando modificações da comunidade.
Esta ferramenta baseada em Visual Basic escaneia o registro e arquivos de inicialização de PCs Windows por evidência de infecção por pestes maliciosas.
Enviado por Ramon Gadelha (ramongadelhaΘgmail·com):
Ao ler o título ‘“Googlorola” pode ser ruim para Android e boa para webOS, diz CEO da HP‘ na manchete de ontem do IDG Now, minha reação foi: “por outro lado, pode não ser, diz editor do BR-Linux” – mas há um elemento interessante no discurso da CEO da HP sobre o Web OS como alternativa ao Android e ao iOS, que consta no corpo da notícia: o número de anos que a executiva parece estar pronta a esperar para ver frutificar o sistema operacional que sua empresa desistiu de continuar a distribuir em seus tablets no ano passado.
Via idgnow.uol.com.br:
O webOS pode tornar-se um jogador importante no mercado a longo prazo como um sistema operacional móvel open source (aberto) uma vez que o Android pode ficar “fechado” com a compra da Motorola Mobility pela Google, afirmou a CEO da HP (Hewlett-Packard), Meg Whitman, na quarta-feira, 15/2.
Pode levar até quatro anos até que o impacto completo do webOS seja sentido, mas a HP continuará sendo paciente, afirmou Whitman durante uma apresentação na conferência HP Global Partner, em Las Vegas, nos EUA. “A indústria precisa de outro sistema”, afirmou Meg, que argumenta que o Android pode não continuar como um sistema open source.
O iOS, da Apple, domina o mercado móvel, mas também é proprietário, criando um vazio e uma oportunidade para o webOS florescer como um sistema aberto, explica a executiva. (…) A executiva afirmou que tem havido muita incerteza em torno do webOS, e que ela precisava trazer um pouco de luz para a situação. Ao afirmar que está “animada” com o webOS, ela sustenta que a companhia continuará a contribuir com o desenvolvimento do software.
Ao ler o título ‘“Googlorola” pode ser ruim para Android e boa para webOS, diz CEO da HP‘ na manchete de ontem do IDG Now, minha reação foi: “por outro lado, pode não ser, diz editor do BR-Linux” – mas há um elemento interessante no discurso da CEO da HP sobre o Web OS como alternativa ao Android e ao iOS, que consta no corpo da notícia: o número de anos que a executiva parece estar pronta a esperar para ver frutificar o sistema operacional que sua empresa desistiu de continuar a distribuir em seus tablets no ano passado.
Via idgnow.uol.com.br:
O webOS pode tornar-se um jogador importante no mercado a longo prazo como um sistema operacional móvel open source (aberto) uma vez que o Android pode ficar “fechado” com a compra da Motorola Mobility pela Google, afirmou a CEO da HP (Hewlett-Packard), Meg Whitman, na quarta-feira, 15/2.
Pode levar até quatro anos até que o impacto completo do webOS seja sentido, mas a HP continuará sendo paciente, afirmou Whitman durante uma apresentação na conferência HP Global Partner, em Las Vegas, nos EUA. “A indústria precisa de outro sistema”, afirmou Meg, que argumenta que o Android pode não continuar como um sistema open source.
O iOS, da Apple, domina o mercado móvel, mas também é proprietário, criando um vazio e uma oportunidade para o webOS florescer como um sistema aberto, explica a executiva. (…) A executiva afirmou que tem havido muita incerteza em torno do webOS, e que ela precisava trazer um pouco de luz para a situação. Ao afirmar que está “animada” com o webOS, ela sustenta que a companhia continuará a contribuir com o desenvolvimento do software.
Enviado por Og Maciel (ogmacielΘgnome·org):